Planejamento escolar para 2021: por que inovar agora?

Comunicação Escolar

Se nos anos anteriores já era importante, o planejamento escolar 2021 passou a ser ainda mais imprescindível devido ao novo cenário desafiador que a pandemia trouxe para as instituições de ensino. “Por conta da pandemia, a escola se organizando e fazendo o planejamento agora, entre final de outubro e começo de novembro, ela já está atrasada. Primeiro, porque a gente não sabe como vai ser o começo do ano, quais normas serão estabelecidas para esse retorno. E o próprio Conselho Nacional de Educação já deu parecer para aulas remotas em 2021”, destaca a professora Simone Aparecida Jordão Fornaciari, que também atua como personal organizer com foco em organização escolar.

Com grande possibilidade de o ensino híbrido permanecer ao longo do próximo ano, a doutora em política e gestão educacional Solange Toldo Soares, ressalta que o planejamento será fundamental para determinar um ano letivo ajustado à nova realidade imposta pela presença do vírus.

Solange afirma que o diferencial para o planejamento do ano de 2021 está em duas questões centrais: o mapeamento dos objetivos de aprendizagem da BNCC, que não foram alcançados durante o ano de 2020, e a adaptação curricular para 2021, pensada a partir da realidade de cada escola e aluno.

“Essa adaptação curricular precisa inovar no formato da metodologia de aprendizagem. Um grande erro é utilizar um formato tradicional de ensino em um contexto de atividades remotas. Interação entre professores e alunos é central. A grande vantagem é que para 2021 temos tempo para planejar e a experiência adquirida no ano de 2020”, enfatiza.

Para a consultora educacional Sandra Helena Santos, apesar de a pandemia ser um fator externo e que ninguém esperava, agora exige ser encarada como uma realidade que deve durar ainda um longo tempo. “E não vai dar para continuar com a imensa pressão que os profissionais estão vivendo desde março. É preciso encontrar um ponto de equilíbrio e na minha opinião é essencial um bom diagnóstico e planejamento com uma equipe de gestão adequada”, afirma.

Já a dica da orientadora parental e consultora educacional Kellen Pimentel, é para realizar o planejamento escolar do próximo ano levando em consideração as experiências que a pandemia trouxe. “Muito dos desgastes relacionados às inovações, por exemplo, serão minimizados. Professores e escolas sadios mentalmente terão capacidade de adaptar-se e aprender o que for necessário apoiando-se mutuamente. Por isso, questione o que deu certo e o que pode ser mudado”, exemplifica.

Além desse questionamento, como foi proposto pela Kellen, é importante também a realização de pesquisas com pais e professores para identificar quais são as suas expectativas para o próximo ano. Assim, os gestores conseguiram ser muito mais assertivos em seu planejamento. E para os clientes ClassApp, a funcionalidade Enquetes é uma facilitadora para o levantamento de dados. Vale destacar que o momento também pede por mudanças, sendo que muitas delas podem ser implementadas ainda neste ano, como uma forma de mostrar proatividade para as famílias dos alunos. “Quanto mais tecnologia as escolas conseguirem implementar, melhor vai ser o início do próximo ano letivo. Esse ano foi muito atribulado, as escolas não sabiam quais ferramentas usar. Agora, é hora de sentar e planejar com dois cenários: um de volta às aulas e outro de aula remota. Organizar e já criar as duas plataformas”, recomenda a professora Simone.

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De acordo com Solange, neste novo contexto, gestores educacionais também precisam buscar novas metodologias de aprendizagem integradas com as tecnologias. “O ensino híbrido e as metodologias ativas de aprendizagem são bons exemplos de inovação que podem auxiliar muito o corpo docente no enfrentamento das mudanças. Acredito que não podemos nos conformar em somente enviar atividades escritas para os alunos resolverem em casa. Precisamos buscar novos formatos”, esclarece.

Quais estratégias utilizar para aproximar a escola das famílias?

O CNE (Conselho Nacional de Educação) já aprovou uma resolução permitindo que o ensino remoto continue nas escolas, públicas e privadas, até 31 de dezembro de 2021. Sendo assim, é possível que o ensino híbrido esteja ainda mais presente no próximo ano letivo. Pensar em estratégias para se aproximar das famílias é fundamental, até mesmo porque há famílias que já sinalizaram que preferem continuar com as aulas remotas, uma vez que a criança convive com algum familiar do grupo de risco.

“Eu acho que no ano que vem as aulas serão híbridas, não retornarão 100%. A escola vai ter que começar a pensar em como manter esses dois lados. E acho que ela tem que se aproximar mais da família”, sugere a professora Simone Aparecida Jordão Fornaciari.

Outra dica da profissional é promover eventos, também online, mostrando quais serão as estratégias para receber as crianças com segurança. “É hora de pensar em um trabalho diferenciado, onde a família possa participar de uma maneira mais interativa com a escola, mesmo que virtualmente”, ressalta.

Para as escolas menores, Simone recomenda os professores promoverem um encontro virtual com a família para poder se apresentar e explicar como será o próximo ano. “Escolas menores podem manter uma conversa de 10 e 15 minutos com cada pai. Uma videochamada simples, mas individual, onde você se apresenta tira as dúvidas da família. É um caminho bem legal para começar o ano com os pais se sentindo mais seguro”, acredita.

Garantir o processo de rematrícula de maneira online e facilitado pode ser um diferencial, assim como deixar a família utilizar o aplicativo de comunicação da escola para que se sinta como é fazer parte da instituição. De acordo com Simone, uma outra boa estratégia para as escolas é investir em alternativas que tragam maior visibilidade.

“Comunique a família que a escola está passando por um processo de remodelação, convide a família para uma aula virtual para conhecer os espaços, para verificar como está acontecendo. É fundamental que a escola tenha estratégias para que as famílias visualizem o que está sendo feito neste momento"
, sugere.

Ainda neste sentido, outra dica de Simone é para as escolas aproveitarem as tecnologias existentes para produzir vídeos informativos e enviarem para as famílias. “Usem e abusem de imagens, de vídeos, de informações que possam cada vez mais deixar as famílias com muita segurança para esse retorno em 2021”, recomenda. É verdade que este formato de conteúdo pode fazer toda a diferença na participação das famílias com a escola, pois dados mostram que quando uma pessoa assiste um vídeo as chances dela compreender a mensagem é 74% maior. Confira aqui as nossas dicas para o envio de vídeos pelo ClassApp.


Escola deve buscar comunicação assertiva

Além de ser professora e personal organizer com foco em organização escolar, Simone Aparecida Jordão Fornaciari também é mãe. E, como mãe de uma criança em idade escolar, ela recomenda que as escolas adotem um aplicativo de comunicação. “As famílias, muitas vezes, se queixam com a falta de comunicação. Na escola do meu filho tem o ClassApp e é muito bom, porque a gente consegue conversar com a coordenação, com a direção, com o professor e tem acesso à tesouraria. Os comunicados são rápidos, temos feedback mais rápido que um e-mail”, exemplifica.

Devido aos novos protocolos de saúde que devem ser seguidos por conta do vírus, como distanciamento social, uso de máscaras e higienização das mãos, Simone acredita que a tecnologia deva ser utilizada pelos colégios como apoio para as famílias e alunos. “Muitas vezes as famílias ficam perdidas. Mas, com a tecnologia, isso é tudo fica mais fácil. Os aplicativos vieram para ficar, sejam de comunicação entre escolas e famílias, sejam canais de comunicação para videoconferência. Essa mudança chegou e não vai embora mais”, pontua a professora Simone.

A orientadora parental e consultora educacional Kellen Pimentel frisa ainda que buscar  inovações ou aprimorar os canais/plataformas de comunicação que estão sendo utilizadas ainda neste ano, possivelmente será o grande diferencial na escolha das famílias. “Ter suporte nunca foi tão necessário e investir no desenvolvimento de pessoas para isso é fundamental”, pondera.

Kellen ainda acredita que é importante capacitar os professores para que possam ter uma comunicação afetiva, ativa, firme e gentil com as famílias. “Para mim, isso é o que vai mudar em relação a sobrecarga dos gestores e, também, no que diz respeito ao fortalecimento das relações familiares com a escola e todo o corpo docente”, explica.

Por isso, é importante a escola oferecer as ferramentas certas que propiciem esse relacionamento entre o professor e a família. Por meio do ClassApp, por exemplo, o professor consegue se comunicar diretamente com as famílias, com mensagens em tempo real, com a vantagem do seu número pessoal permanecer em sigilo. Além disso, a escola consegue limitar o horário de atendimento fazendo com que esse profissional não seja notificado em seu horário de descanso. Tornando essa, uma relação muito mais saudável. 

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O planejamento para 2021 é o momento ideal para inovar, pois nele a escola vai saber o que está dando certo e o que precisa ser melhorado. Também é um momento muito importante para a equipe, que depois de tantas mudanças repentinas em 2020, poderá aprender com calma como as novas ferramentas vão contribuir para a otimização do trabalho.


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